Há mais de 100 anos, a capacidade cognitiva vinha a aumentar de geração em geração - até que, agora, entre os mais jovens, se nota uma descida repentina.
Os investigadores deixam o aviso: pela primeira vez desde o fim do século XIX, os jovens adultos apresentam resultados mais fracos em áreas centrais como a memória, o raciocínio lógico e a atenção do que os seus pais tinham à mesma idade. Testes padronizados, estudos comparativos internacionais e análises neurocientíficas apontam, em conjunto, para uma rutura com a tendência de subida que se manteve estável durante muito tempo.
Jovens adultos e capacidade cognitiva: um século de ascensão e depois a quebra
No século XX, quase se tomava por garantido que cada nova geração superaria a anterior em termos mentais. Os psicólogos chamam a isto o chamado efeito Flynn. Trata-se de um aumento contínuo dos valores de inteligência medidos, em média cerca de três pontos de QI por década em muitos países ocidentais.
Esse efeito surgia em todas as áreas dos testes mais utilizados:
- melhores desempenhos na memória de trabalho
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